Desde que passou a trabalhar em casa, dá por si a petiscar ao longo do dia sem grande razão.
Depois do almoço, o sono aperta e o trabalho da tarde simplesmente não avança.
Já lhe aconteceu?
Na verdade, o teletrabalho e o jejum combinam na perfeição.
No escritório, o hábito de «almoçar com toda a gente» torna o jejum difícil, mas em casa pode controlar sozinho o momento das refeições.
Neste artigo, vou mostrar como desenhar um dia que combina o jejum com um horário de trabalho, para maximizar a concentração e, ao mesmo tempo, perder gordura corporal.
- 1 Porque é que se come demais quando se trabalha em casa
- 2 O plano base de jejum × teletrabalho
- 3 O horário de ouro de jejum × teletrabalho (modelo)
- 4 Como preparar o ambiente para ajudar o jejum no teletrabalho
- 5 Cuidados a ter ao fazer jejum no teletrabalho
- 6 Perguntas frequentes sobre o jejum no teletrabalho
- 7 Jejum × horário para ganhar produtividade e saúde ao mesmo tempo no teletrabalho
Porque é que se come demais quando se trabalha em casa

A tentação de ter «a cozinha mesmo ao lado»
A maior diferença entre trabalhar no escritório e trabalhar em casa é a facilidade de acesso à comida.
No escritório, para comer alguma coisa era preciso ir até à máquina de venda automática ou à loja de conveniência.
Mas, em casa, basta levantar-se um instante e já está na cozinha.
Abre-se o frigorífico e a comida salta logo à vista.
Este ambiente de «distância zero» multiplica várias vezes os snacks que se comem sem dar por isso.
O «cansaço do trabalho» liga-se diretamente ao apetite
No teletrabalho, a fronteira entre o trabalho e a vida pessoal tende a ficar difusa.
Quando o cérebro está cansado, pedir doces ou hidratos de carbono é uma reação fisiológica, mas o que acontece quando isso se passa mesmo ao lado da cozinha…
O padrão «fazer uma pausa = comer» acaba por se instalar.
Eu próprio engordei 2 kg nos primeiros 3 meses depois de passar para o teletrabalho.
Quando contei as vezes que ia ao frigorífico, percebi que eram mais de 10 por dia e fiquei chocado.
Sem as deslocações para o trabalho, o corpo mexe-se menos
Algo que muitas vezes passa despercebido no teletrabalho é a quebra no nível de atividade, por já não haver deslocações casa-trabalho nem movimentos dentro da empresa.
Caminhar até à estação, subir escadas, ir até à sala de reuniões.
Estes «pequenos movimentos» representam uma parte surpreendentemente grande da energia gasta ao longo do dia.
Em termos técnicos, chama-se «NEAT» e refere-se à energia gasta nos movimentos do dia a dia que não são exercício físico.
É como uma conta bancária de onde se levantava um pouco de dinheiro todos os dias e, de repente, os levantamentos pararam por completo.
Se o que sai diminui, mas o que entra (o que se come) não muda, o saldo (a gordura corporal) acaba por aumentar.
Rotina desregulada e «comer enquanto se faz outra coisa»
Em casa, as horas de acordar e de comer também tendem a ficar desencontradas, não é?
Quando o relógio biológico se desregula, o ritmo que avisa da fome também se altera, e torna-se mais fácil cair naquele estado de «não tenho fome, mas apetece-me comer alguma coisa».
Além disso, muitas pessoas almoçam à secretária, de olhos postos no computador.
Quando se come distraído com o ecrã, o cérebro não consegue registar bem que «comeu», e a sensação de satisfação fica mais difícil de alcançar.
É parecido com estar a ver um filme a comer pipocas e, sem dar por isso, o balde já estar vazio.
Ou seja, comer demais no teletrabalho não é falta de força de vontade: as grandes causas são o ambiente e a rotina.
- A «distância zero» até à cozinha aumenta o número de snacks
- O cansaço do trabalho liga-se facilmente ao apetite
- Sem definir «horas para comer», acaba-se a comer a qualquer momento
- Sem as deslocações para o trabalho, a atividade do dia a dia diminui
- A rotina desregulada e o «comer enquanto se faz outra coisa» dificultam a sensação de satisfação
O plano base de jejum × teletrabalho
Os melhores horários de jejum para quem trabalha em casa
Para quem trabalha em casa, estes 3 padrões são os mais fáceis de pôr em prática.
| Padrão | Horário de jejum | Janela alimentar | Indicado para |
|---|---|---|---|
| Plano de concentração matinal | 20:00–12:00 do dia seguinte | 12:00–20:00 | Quem quer concentrar-se de manhã e não se importa de saltar o pequeno-almoço |
| Plano de concentração tarde-noite | 22:00–14:00 do dia seguinte | 14:00–22:00 | Quem não se incomoda com a fome da manhã até à hora de almoço e janta mais tarde |
| Plano de jejum 5 dias por semana | Jejum só nos dias úteis (20:00–12:00 do dia seguinte) | 12:00–20:00 | Quem quer comer normalmente com a família ao fim de semana |
Como escolher o plano certo para si
Para escolher entre os 3 planos, o melhor é decidir com base na «altura do dia em que mais quer estar concentrado» e nos «compromissos com a família».
- Quem tem muito trabalho intelectual de manhã, como preparar propostas ou programar, adapta-se bem ao plano de concentração matinal.
- Quem tem muitas reuniões de manhã e cujo trabalho a sério acontece da tarde até à noite terá mais facilidade em manter o plano de concentração tarde-noite.
- Quem quer dar prioridade às refeições com a família ao fim de semana pode optar pelo plano de 5 dias por semana e fazer jejum só nos dias úteis, o que também é uma excelente escolha.
O importante é escolher não o «plano perfeito», mas o «plano que consegue manter».
É como a roupa: por muito boa fama que tenha, se o tamanho não servir, não se consegue continuar a usá-la.
Comece por escolher um e experimente-o durante uma semana; se for demasiado difícil, não há problema em mudar para outro plano.
A relação entre o jejum e a concentração
Durante o jejum (a partir de 4 a 6 horas depois de comer), a glicemia estabiliza e os corpos cetónicos passam a ser usados como combustível para o cérebro.
Como os corpos cetónicos chegam ao cérebro de forma mais eficiente do que a glicose, a «sonolência depois de comer» desaparece e torna-se mais fácil manter a concentração durante muito tempo.
Pense nos corpos cetónicos como um combustível que o fígado produz quando decompõe a gordura corporal.
Num carro, seriam algo como um «depósito de reserva» que entra em ação quando a gasolina começa a faltar.
A sonolência depois de comer surge sobretudo quando a refeição faz subir a glicemia de repente e, logo a seguir, a faz descer de repente.
Durante o jejum, as subidas e descidas da glicemia são pequenas, por isso é menos provável aparecer aquela «onda de sono» em montanha-russa.
Sobre como maximizar a concentração com o jejum, explico em detalhe neste artigo.
- Pico de glicemia depois de comer → causa de sonolência e falta de concentração
- Durante o jejum, os corpos cetónicos alimentam o cérebro → sem sono e com a concentração em alta
- As horas de estômago vazio da manhã são as mais produtivas
O horário de ouro de jejum × teletrabalho (modelo)

Um dia com o plano de concentração matinal
O que mais recomendo é o «plano de concentração matinal».
Nas horas de estômago vazio, das 7h às 12h, concentra-se no trabalho mais importante e despacha-o.
| Horário | Atividade | Estado de jejum | Ponto-chave |
|---|---|---|---|
| 7:00–8:00 | Acordar, alongamentos leves, água morna | Em jejum | Despertar o corpo e hidratar-se |
| 8:00–10:00 | Tarefa mais importante (trabalho concentrado) | Em jejum (concentração máxima) | Estômago vazio = alta concentração. Coloque aqui o trabalho criativo |
| 10:00–10:15 | Pausa para café ou chá preto | Em jejum (pode continuar) | A cafeína dá um impulso extra à concentração |
| 10:15–12:00 | E-mails e reuniões | Em jejum | Deixar as tarefas de rotina para esta altura |
| 12:00–13:00 | Almoço (quebra do jejum) | Início da janela alimentar | Começar pelos alimentos fáceis de digerir |
| 13:00–15:00 | Trabalho leve, preparação de documentos | Depois de comer | Depois de comer, passar para tarefas mais leves |
| 15:00–15:15 | Lanche leve (frutos secos, queijo, etc.) | Dentro da janela alimentar | Alimentos de baixo IG para evitar picos de glicemia |
| 15:15–17:30 | Trabalho concentrado da tarde | Depois de comer | O período produtivo da tarde |
| 18:00–19:00 | Jantar | Janela alimentar | Terminar de comer até às 20h |
| 20:00– | Início do jejum | Em jejum | A partir daqui, só água e chá |
Dicas para adaptar o horário ao seu trabalho
O modelo é apenas uma «base», por isso ajuste-o ao seu trabalho.
O segredo é dividir as tarefas em «trabalho de cabeça» e «trabalho de mãos».
Trabalho de cabeça são as tarefas em que é preciso pensar e decidir, como planear, escrever ou analisar.
Trabalho de mãos são as tarefas de rotina, como responder a e-mails, introduzir dados ou tratar das despesas.
Se colocar o trabalho de cabeça de manhã, durante o jejum, e o trabalho de mãos depois do almoço, das 13h às 15h, o horário tende a funcionar muito melhor.
Na cozinha, seria como preparar os pratos que exigem mais cuidado com o lume enquanto ainda está concentrado e deixar a loiça para lavar toda de uma vez no fim.
Se não puder escolher a hora das reuniões, basta juntar o trabalho de cabeça nos períodos sem reuniões para já notar diferença.
Na quebra do jejum, um almoço «que não dá sono»
No plano de concentração matinal, o almoço das 12h é a primeira refeição depois do jejum.
O que se come nesta refeição pode mudar muito o rendimento do trabalho da tarde.
O ideal é uma refeição centrada em legumes e proteína, como salada, sopa de miso (pasta de soja fermentada) com muitos ingredientes, peixe grelhado, ovos ou tofu.
Refeições que enchem o estômago só com hidratos de carbono, como donburi (taça de arroz com cobertura), ramen (sopa de massa) ou pão doce, tendem a provocar sono depois de comer, por isso convém moderá-las.
Se comer hidratos de carbono, escolha opções de absorção lenta, como arroz integral ou pão de trigo integral, para ficar mais descansado.
Resposta a «tenho receio de não conseguir trabalhar em jejum»
Muita gente sente que «com fome não consegue trabalhar», não é?
Na verdade, a fase mais difícil são as 1 a 2 semanas até se habituar ao jejum; depois disso, a fome deixa de atrapalhar.
Nos primeiros dias, recomendo começar com 12 horas de jejum e ir aumentando aos poucos até às 16 horas.
Para saber como transformar o jejum num hábito em 21 dias, consulte este artigo.
Como preparar o ambiente para ajudar o jejum no teletrabalho
Desenhar o «não vejo → não como»
Para aumentar as hipóteses de sucesso do jejum, mudar o ambiente é o mais eficaz.
O segredo é criar primeiro um sistema que «não dependa da força de vontade».
- Não ter doces nem comida na secretária (mantê-los longe, na cozinha)
- Criar o hábito de não abrir o frigorífico durante o jejum (por exemplo, colando um bilhete na porta)
- Ter sempre ao lado da secretária as «bebidas para o jejum» (chá, água, café)
- Quando sentir fome, mudar de tarefa (tarefa de rotina → caminhada → voltar ao trabalho concentrado)
A combinação imbatível de Pomodoro × jejum
Combinar a técnica Pomodoro (25 minutos de trabalho + 5 minutos de pausa) com o jejum ajuda a manter estáveis as ondas de concentração.
Ao incluir a rotina de «beber uma chávena de chá» em cada pausa, consegue neutralizar o apetite com líquidos e manter o ritmo de trabalho.
Para lidar com a vontade de comer por stress durante o jejum, consulte também este artigo.
Marcar o «início» e o «fim» do trabalho
No teletrabalho, torna-se difícil alternar entre o modo trabalho e o modo descanso.
Por isso, recomendo definir um «sinal» para começar e acabar o dia de trabalho.
Por exemplo, beber um copo de água morna antes de abrir o computador, ou fechar o computador no fim do dia e dar uma caminhada de 5 minutos: qualquer coisa serve.
Tal como o pano de um palco que sobe e desce, ter uma separação clara ajuda o cérebro a reconhecer que «agora é hora de trabalhar».
Quando essa separação fica clara, o petiscar contínuo do tipo «estou cansado, vou comer qualquer coisa» também tende a diminuir.
Afastar o mais possível o local de trabalho da cozinha também resulta.
Se o espaço for limitado, sentar-se de costas para a cozinha ou guardar a comida nos armários já são truques suficientes.
Dicas para quem vive com a família
Quando se vive com a família, os outros comem normalmente mesmo que esteja em jejum.
Nesses casos, avisar a família do seu horário de jejum reduz as tentações desnecessárias.
Se disser simplesmente «até ao meio-dia não como», é menos provável que lhe ofereçam lanches.
Pedir ajuda, por exemplo para guardarem os lanches da família num sítio onde não os veja, é outra opção.
Se incluir o fim da tarde e a noite na janela alimentar para poder jantar com a família, fica mais fácil conciliar o jejum com o tempo em família.
Fazer do sono um aliado
Algo que não se pode ignorar para manter o jejum é o sono.
Há estudos que indicam que, com falta de sono, a hormona que aumenta o apetite (grelina) tende a subir e a hormona que sinaliza a saciedade (leptina) tende a descer.
É provavelmente por isso que, nos dias em que se dorme pouco, apetecem mais doces.
Como no teletrabalho não há deslocações, também é um ambiente em que é fácil deitar-se tarde.
Manter as horas de acordar e de deitar o mais fixas possível ajuda a estabilizar o ritmo do jejum.
Cuidados a ter ao fazer jejum no teletrabalho

Atenção à falta de água
Durante o jejum, também diminui a água que se obtinha através da comida.
Como os alimentos também contêm água, se beber apenas a quantidade de sempre, pode acabar desidratado sem dar por isso.
Ao trabalhar muitas horas numa divisão com ar condicionado, também é mais difícil perceber que se tem sede.
Se sentir dor de cabeça ou cansaço, antes de pensar na fome, suspeite primeiro de falta de água.
O café faz perder mais água pela urina, por isso beba também água ou chá, além do café.
Mantenha uma bebida na secretária e crie o hábito de beber um gole pelo menos uma vez por hora.
Não comer em excesso na janela alimentar
Comer tudo de uma vez ao quebrar o jejum, só porque se tem fome, faz a glicemia subir de repente e leva à sonolência da tarde.
Depois de um período de fome, o corpo fica como uma esponja seca que absorve água de uma só vez.
Comer primeiro os legumes, a proteína e a sopa, deixando os hidratos de carbono para o fim, ajuda a travar os picos de glicemia.
Dentro da janela alimentar, também é importante comer proteína e legumes em quantidade suficiente, para que a alimentação não fique desequilibrada.
Quem deve evitar o jejum
As pessoas nas situações seguintes não devem começar o jejum por iniciativa própria e devem consultar primeiro um médico.
- Pessoas que tomam medicação ou insulina por causa da diabetes ou de outras doenças
- Grávidas ou mulheres a amamentar
- Pessoas que já tiveram uma perturbação alimentar
- Pessoas com doenças crónicas em tratamento
Além disso, se durante o jejum surgirem tonturas, palpitações fortes ou tremores nas mãos, não force e coma alguma coisa.
O jejum não é uma prova de resistência, mas sim uma das ferramentas para equilibrar a saúde e o ritmo de trabalho.
Cuidado com estar sentado o dia todo
No teletrabalho, não dá por si sentado na mesma posição durante horas a fio?
Estar sentado muito tempo prejudica a circulação do sangue e tende a provocar cansaço e dores nos ombros.
Quando sentir a cabeça enevoada durante o jejum, comece também por se levantar e mexer o corpo.
Fazer alongamentos na pausa de 5 minutos do Pomodoro ou falar de pé durante as chamadas também são boas opções.
Basta mexer um pouco o corpo para mudar o estado de espírito, e a fome também tende a passar mais facilmente.
Perguntas frequentes sobre o jejum no teletrabalho

Nas 1 a 2 semanas até se habituar, pode notar alguma quebra.
Começando com 12 horas de jejum e aumentando aos poucos até às 16 horas, o corpo adapta-se sem esforço excessivo.
Depois de se habituar, a concentração da manhã aumenta claramente.
Beber um copo de água ou chá antes da reunião alivia a sensação de fome.
Mascar pastilha elástica também resulta (a pastilha sem açúcar não afeta o jejum).
Sim, tem um grande efeito.
Ao «começar por alimentos de baixo IG» na primeira refeição depois do jejum, evita-se a subida brusca da glicemia e reduz-se ao mínimo a sonolência depois de comer.
O mais eficaz é definir a regra «fora da janela alimentar, não como nada».
Só de ter presente que «agora não é hora de comer», a vontade de petiscar diminui muito.
Recomendo a regra de «terminar o jantar 3 horas antes de me deitar» e fazer jejum desde essa hora até ao almoço do dia seguinte.
As horas de sono também contam como tempo de jejum, por isso o tempo real de fome acaba por ser menor.
Jejum × horário para ganhar produtividade e saúde ao mesmo tempo no teletrabalho

As primeiras 2 semanas: começar com «12 horas, para já»
Em vez de apontar logo para o jejum de 16 horas, comece pelas 12 horas, «das 22h às 10h do dia seguinte».
Como a maioria das pessoas já passa 8 horas a dormir, basta aguentar 4 horas, entre antes de dormir e depois de acordar, para cumprir o objetivo.
Se conseguir manter isto durante 2 semanas, vá adiando o fim do jejum para as 11h e depois para as 12h, antecipe também o fim do jantar para por volta das 20h e chegue gradualmente às 16 horas.
3 passos para «sistematizar» o jejum × horário
- Fixar a janela de jejum: fazer jejum todos os dias à mesma hora ajuda a regular o ritmo do corpo
- Definir o horário na véspera: anotar na agenda ou no telemóvel o plano do dia seguinte e as horas de jejum
- Colocar o trabalho concentrado nas horas de jejum: pôr o trabalho mais importante no período de estômago vazio (a manhã)
Estes 3 passos são como instalar uns «carris de trabalho» dentro de casa.
Com os carris definidos, não é preciso hesitar todas as manhãs sobre o caminho a seguir, e a energia vai toda para o trabalho em si.
Mesmo que haja dias que não corram bem, não há problema: basta voltar aos mesmos carris no dia seguinte.
O guia básico do jejum de 16 horas pode ser consultado neste guia completo.
▼ Artigos relacionados
- 【Guia Completo Para Principiantes】O Que É o Jejum Intermitente? Tipos, Efeitos, Como Fazer e Porque Não Emagrece, Explicado de Forma Simples
- 【Estômago Vazio = Mais Eficiência ⏳】A Fome Aumenta ou Diminui a Concentração? Porque É Que a Mente Fica Mais Afiada no Estudo e no Trabalho e Como Tirar Partido Disso
- 【Para Mães e Pais Ocupados】Jejum na Rotina com Filhos em 15 Minutos, uma Rotina Rápida e Horários Para Cada Perfil
▼ Veja a versão em vídeo deste artigo